Grama sintética e o meio ambiente

Postado por Total Grass - 23 Julho, 2019

Total Grass - Gramas Sintéticas


Afinal, a grama sintética representa algum dano ao meio ambiente?

Uma das grandes preocupações de empresas e do consumidor em geral é o impacto que certos produtos podem causar negativamente no meio ambiente. Por este motivo, iniciativas e debates sobre a sustentabilidade, isto é, a manutenção da economia para que haja o crescimento, mas sem degradar o meio ambiente, tem se tornado cada vez mais intensos.

Do lado das empresas, fica a responsabilidade de fornecer produtos e serviços que garantam a não degradação ambiental, enquanto do lado dos consumidores fica a preocupação de consumir somente os produtos e serviços que estejam de acordo com as legislações ambientais e não ofereçam riscos à natureza. Quando se fala em gramado sintético, o cenário não é diferente.

Desde 2001, após o lançamento do programa de qualidade para gramados artificiais, desenvolvido pela FIFA. Tanto clubes, agências de gestão esportiva e fabricantes de grama sintética têm inovado, contanto com novas tecnologias como grandes aliadas, a fim de desenvolver melhores gramados sintéticos que cumpram com sua responsabilidade de não agredir a Mãe Natureza.

Uma das grandes preocupações do momento é justamente o descarte. Com a popularização e crescente aplicação do gramado sintético em campos, quadras e, inclusive, ambientes residenciais, a necessidade da substituição de gramados sintéticos que já atingiram o tempo máximo de utilização por novos gramados implica que, para os próximos anos, um volume consideravelmente alto de resíduos de gramados sintéticos será gerado. Como então, podemos fazer o descarte correto?

Existem três alternativas para manter a utilização do gramado sintético sustentável:

Aterro:

A utilização de aterros profundos para enterrar a grama sintética é uma das formas de descarte que não promove a degradação ambiental;

Incineração:

Apesar da facilidade desse método de descarte, sem a necessidade de enterrar o material descartado, a incineração do gramado sintético gera uma grande quantidade de gases nocivos à atmosfera e à natureza, não sendo considerada a melhor prática de descarte;

Reciclagem:

A FIFA e representantes do futebol no mundo todo, em parceria com grandes autoridades ambientais globais, estão alertando os fabricantes para o desenvolvimento de novas técnicas e tecnologias que possibilitem a reciclagem da grama natura.
A CCGrass, por exemplo, fabricante parceira da Total Grass, já conta com a série de gramados sintéticos PRT, que são 100% recicláveis. A linha não utiliza latéx, PU ou revestimento. Além disso, não utiliza cola em sua composição, facilitando a reciclagem.

No entanto, se analisarmos sob outro viés, a grama sintética é, de muitas formas, mais sustentável do que o gramado natural. O gramado sintético não gera o desperdício de água, uma vez que não precisa ser aguado, nem como faz a utilização de adubos, fertilizantes e pesticidas, o que, no futuro, com sua ampla utilização, pode resultar na diminuição massiva da produção desses produtos químicos, que sabidamente são responsáveis por degradar o meio ambiente.

É verdade que o gramado natural é responsável pela fotossíntese, absorvendo CO² da atmosfera e devolvendo O². Mas será que é o suficiente para reparar a quantidade massiva de água desperdiçada para irrigação?

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Total Grass - Grama Sintética Decorativa

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